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COMO LIDAR COM AS BIRRAS? PARTE II

December 4, 2017

 

Separei uma lista com 12 sugestões sobre o tema. Pra quem não viu, sugiro a leitura da parte I também.

Antes de começar, quero deixar claro que não acredito em receitas prontas e infalíveis pra lidar com problemas. Porém, há caminhos que já foram percorridos por outras pessoas, trouxeram uma experiência boa, e por isso merecem ser compartilhados. 

 

Eu mesma estou tentando por em prática tudo isso. É difícil, e confesso que nem sempre consigo. Mas acho importante tentar melhorar sempre que possível.

E agora, vamos a lista!

 

1) SEJA VOCÊ O MODELO QUE QUER QUE SEU FILHO SIGA.

Lembre-se que crianças adoram imitar os adultos; se reagimos de modo explosivo mediante situações de estresse, transmitimos isso para os pequenos.

 

2) LEVE EM CONSIDERAÇÃO A IDADE E MATURIDADE DA CRIANÇA.

Crianças que ainda não adquiriram um vocabulário completo tem mais dificuldade de se expressar, recorrendo com mais frequência ao choro. Crianças muito novas (2 a 3 anos) tem mais dificuldade de esperar pelo que querem e/ou necessitam, e menor resistência a frustração.

 

3) TENTE ENTENDER O REAL MOTIVO DA BIRRA.

Nem sempre o motivo será o que aparenta.

Procure identificar se a criança está com suas necessidades básicas atendidas. Isso inclui amor e atenção. Caso ela esteja doente, ou com fome, sede, sono, cansaço, fralda suja, ou recebendo pouca atenção, a possibilidade dela se estressar e explodir em prantos é bem maior. 

 

4) ANTES DE TENTAR ACALMAR UMA CRIANÇA, ACALME-SE.

Se sente que não está calmo o suficiente para lidar com a situação, não exija calma da criança. Delegue para outra pessoa, ou espere o momento certo para uma intervenção, onde ambos estejam tranquilos. 

 

5) NÃO FAÇA O QUE A CRIANÇA QUER, APENAS O QUE ELA PRECISA

Se você percebeu que o que levou a criança a birra foi uma necessidade básica (como fome ou sede, por exemplo), procure atendê-la assim que possível. Porém, se você identificou que o motivo não é justificável, adote uma postura firme, porém gentil, e não ceda a caprichos. 

 

6) APRENDA A TOLERAR O CHORO SEM CEDER A CHANTAGEM EMOCIONAL.

Choro é algo que incomoda a todos. Mas não ceda a tentação de dar tudo que a criança quer só pra que ela pare de chorar. Se o choro é por algo que você não pode ou decidiu que não deve dar, ignore os gritos e ajude a criança a se acalmar. Isso vale pra locais públicos também, não se preocupe com os olhares tortos das pessoas. Quem nunca passou por isso é por que ainda não teve filhos.

 

7) ELIMINE A PUNIÇÃO E A PERMISSIVIDADE 

Bater, gritar, xingar, castigar, não devem ser opções. Até porque, se bater resolvesse, a criança só precisaria apanhar uma vez. Punição pode gerar sentimento de revolta, desejo de vingança, ou redução da auto estima.

Isso não significa deixar a criança fazer o que quer, permissividade também gera consequências desastrosas.

Tente ser gentil e firme ao mesmo tempo. 

 

8) PREVINA NOVAS CRISES CRIANDO UMA ROTINA

Crianças pequenas ficam confusas sem horários mais ou menos fixos para se alimentar, tomar banho, dormir, o que pode desencadear estresse, e consequentemente, birras.

 

9) REDIRECIONE COMPORTAMENTO

Ao invés de dizer o que a criança NÃO pode fazer, ofereça alternativas sobre o que ela PODE fazer, distraia-a.

Ex: pare de dizer que não pode brincar na escada, e convide-a para outras brincadeiras seguras de que ela goste.

 

10) DEIXE CLARO O QUE É ACEITÁVEL E O QUE NÃO É

Ficar nervoso é aceitável, nós adultos também ficamos. Mas bater e faltar com respeito não são aceitáveis. Mostre pra criança sua desaprovação a esses comportamentos. Mas atenção: não reprove a criança, e sim a atitude. Afinal, não é da criança que você não gosta, e sim de alguns comportamentos dela.

 

11) AJUDE A CRIANÇA A EXPRESSAR A RAIVA DE MANEIRAS SEGURAS .Nem nós adultos fazemos isso bem. Em geral, ou expressamos a raiva com agressividade, ou a reprimimos.

Exemplo: não se pode bater nas pessoas, mas bater em almofadas não fará mal a ninguém. Assim como amassar e rasgar papel, ir pra um canto da casa e gritar bem forte pra raiva sair, correr, etc.

 

12) CONFIE EM SEUS INSTINTOS.

Não há fórmula mágica, nem um único jeito de lidar com as birras. Então, para cada situação, vejamos o que melhor se enquadra e boa sorte pra nós!

 

Fez sentido pra você? Então curte, compartilhe, deixe seu comentário. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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